Como a Japamala pode te ajudar a meditar e a lidar com pensamentos negativos

A Japamala, que muita gente conhece como terço de meditação, foi uma forma bem bacana que encontrei de me manter mais presente. Me ajuda a não comprar quaisquer pensamentos, principalmente os destrutivos. Por isso uso em momentos tensos da vida, quando preciso de um pouco de paz.

Mas afinal de contas, o que é a Japamala? Basicamente é um cordão de 108 contas de pedra, madeira ou semente usados por diferentes religiões, como budista e hindus, para buscar a espiritualidade por meio da meditação com mantras.

Simbolicamente fazer uma volta na Japamala equivale ao número de degraus que nos levam à realidade transcendental. Japa é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal “jap”, que significa “murmurar, sussurrar”. Mala tem vários significados, mas basicamente neste caso quer dizer apenas “cordão de contas”. Como esses dois meus aqui:

 

Além das 108 contas, há uma extra chamada Meru, Sumeru ou Bindu. Esta conta é considerada o  topo da passagem psíquica, o despertar da mente. Por isso ela não é contada e o Bindu não deve ser atravessado. Ou seja, quando chegar em uma conta antes dele, você deve virar a japamala no sentido contrário e voltar ao começo.

Tive contato a primeira vez com a Japa em um retiro Hare Krishna. Eles me ensinaram que ela é usada da seguinte maneira: segurando o Japa com uma das mãos e com os dedos polegar e médio, o polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio o chakra do coração.

A cada conta mentalize ou vocalize seu mantra preferido, no retiro ficávamos falando Hare Krishna, Hare Krisnha, Krishna Krishan, Hare Hare. Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare. Mas pode ser Om, pode ser uma frase que você acredite, uma palavra de poder para você. Tanto Faz. A intenção é se concentrar nisso. Ao terminar as 108 contas, lembre de não passar por cima do Meru e dê meia volta caso queira ficar mais tempo na meditação.

A primeira vez que fiz, lembrei da minha avó com o terço na missa. Eram várias horas ouvindo ela rezar a Ave Maria. Quer meditação maior que aquela? Talvez por isso a vovó tenha sido a pessoa mais centrada e mais de bem com a vida que eu conheci!

Hoje eu tenho três Japas, duas ganhei de presente das queridíssimas Viviane Gurupriya e Patrícia Cavalcante. Uma dica é ter uma pequena, uma das minhas é do tamanho de uma pulseira, que você pode levar na bolsa. Aí é só dar mais de uma volta, já que ela só tem 18 contas.

 

 

Se vocês quiser mais dicas sobre técnicas de meditação, clique aqui. 

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4 comentários

Mãos Ocupada 21 de agosto de 2017 - 11:55
Olá Barbara! Muito bacana o seu post. Há 6 anos confeccionamos Japamalas e outros colares de contas para meditação como o Masbaha e o Kombolói. Gostaríamos de convidá-la a conhecer nossa proposta e nossos produtos. Venha nos fazer uma visitinha em http://maosocupadas.com.br
 Um abraço e até breve!
Bárbara Lins 21 de agosto de 2017 - 14:12
Olá! Agradeço o elogio e já visitei a página de vocês. Bacana demais o trabalho que desenvolvem! Quero saber mais sobre os outros cordões. Bjos
Denise Almeida 21 de outubro de 2019 - 07:55
Mto bom seu post. Gratidão. Gosto de meditar, e ganhei um japamala, mas não tinha noção de como utilizá-lo.
Bárbara Lins 21 de outubro de 2019 - 09:45
Uhuuuuuu! Que bom que foi útil, Denise!!!!
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